2026-08-13 · 5 min de leitura
Escalar sem fatura surpresa: como funciona o preço fixo do Rapibase
O padrão dominante nos backends gerenciados é o preço por uso: você paga por usuários ativos, por linhas lidas, por GB trafegados, por invocações de functions. Parece justo — “pague pelo que usar” — até o seu app dar certo e a fatura crescer mais rápido que a receita. Ou pior: até um bug entrar num loop de requisições num fim de semana e a segunda-feira chegar com uma fatura que você não reconhece. Não é história rara; é um gênero inteiro de posts em fóruns de desenvolvedores.
Nosso modelo: um preço que dá para recitar de cor
$20 por projeto ao mês. Fixo. Cada projeto é uma instância dedicada — Postgres 16 com pgvector, auth, storage S3, realtime, functions TypeScript e hospedagem do frontend — e o preço não depende de quanto você usa:
- Sem cobrança por usuário cadastrado ou ativo.
- Sem cobrança por requisição, linha lida ou consulta.
- Sem cobrança por invocação de functions nem por mensagens de realtime.
- O seu app com 100 usuários e o seu app com 100.000 pagam a mesma mensalidade.
Controle real do gasto
- Teste de 7 dias sem cartão: desenvolva primeiro, pague quando estiver funcionando.
- Pausar = parar de pagar: um projeto pausado não é faturado (com valor proporcional) e os dados ficam intactos até você retomar. Tem 3 projetos e neste mês só toca um? Pausa dois e paga um.
- Team a $500/mês com 15 projetos para times e agências — dá um terço do preço por projeto.
- Sem lock-in: o core é open source. Se um dia você preferir self-hospedar, exporta os seus dados pelo psql e leva tudo.
As letras claras (não as miúdas)
Como é que dá para ser fixo? Porque cada instância é sua e roda em hardware dimensionado para o uso real de uma aplicação em produção — não faturamos o seu tráfego, mas pedimos um uso razoável: se um projeto precisar de recursos fora do normal (mineração, scraping massivo, cargas que degradam a plataforma), conversamos com você para achar um plano sob medida em vez de te surpreender com uma cobrança. Está detalhado nos termos de serviço. O que nunca vai acontecer: o seu sucesso normal — mais usuários, mais consultas, mais deploys — mudar o seu preço.
Faça a conta com o seu caso
Pegue o app que você tem hoje ou o que está planejando, estime os usuários daqui a um ano e calcule a fatura em qualquer backend por uso com as calculadoras públicas deles. Depois compare com $20. Para a imensa maioria das aplicações — SaaS pequenos e médios, apps internos, produtos que crescem — a diferença em 12 meses não é de detalhe: é de centenas ou milhares de dólares.
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